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Recebecom. Cobrança que gera resultados.

Como funciona

Primeiro a carteira. Depois a régua. O fórum, se ainda fizer falta.

O caminho é o mesmo para residencial, corporativo, galpão industrial e outros condomínios. O que muda é o que a inadimplência pede.

  1. 01

    Diagnóstico

    Carteira em aberto, tempo de atraso e o que já foi tentado.

  2. 02

    Régua

    Quem avisa, quando avisa e o que acontece se o boleto não entra.

  3. 03

    Acordo

    Condição viável para o morador pagar e o caixa prever a entrada.

  4. 04

    Via judicial

    O que a conversa não resolve segue com a administração acompanhando.

Dúvidas

Antes de pedir o diagnóstico.

A Recebecom substitui a administradora?

Não. A administradora segue na gestão. A Recebecom entra na cobrança da taxa — recorrente e, se precisar, judicial.

Qual a diferença entre recorrente e judicial?

A recorrente cuida do ciclo do mês. A judicial entra quando essa via não recupera o débito.

Quais condomínios vocês atendem?

Residenciais, corporativos, galpões e outros que vivem da taxa. O diagnóstico parte da carteira.

Todo atraso vira processo?

Não. A via judicial é para o débito que já passou pela cobrança amigável.

Quem é o cliente?

Síndico, administradora e conselho — quem responde pelo caixa, não o morador como contratante.

O morador vê o que está em aberto?

Sim. Em Moradores, o CPF ou CNPJ mostra as pendências da unidade registradas na Recebecom.

Como começa o diagnóstico?

Pelo formulário de contato, com o perfil de quem administra e o tipo de condomínio.

Síndico e administradora conversando sobre a cobrança do condomínio.

Diagnóstico

Vamos olhar a carteira juntos?

Conte o condomínio e quem administra. A gente separa o que cabe na régua e o que já pede via judicial.

Solicitar diagnóstico